Art. 3
Os agentes públicos ou privados envolvidos com políticas públicas de juventude devem observar as seguintes diretrizes:
Art. 3, inciso I
desenvolver a intersetorialidade das políticas estruturais, programas e ações;
Art. 3, inciso II
incentivar a ampla participação juvenil em sua formulação, implementação e avaliação;
Art. 3, inciso III
ampliar as alternativas de inserção social do jovem, promovendo programas que priorizem o seu desenvolvimento integral e participação ativa nos espaços decisórios;
Art. 3, inciso IV
proporcionar atendimento de acordo com suas especificidades perante os órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população, visando ao gozo de direitos simultaneamente nos campos da saúde, educacional, político, econômico, social, cultural e ambiental;
Art. 3, inciso V
garantir meios e equipamentos públicos que promovam o acesso à produção cultural, à prática esportiva, à mobilidade territorial e à fruição do tempo livre;
Art. 3, inciso VI
promover o território como espaço de integração;
Art. 3, inciso VII
fortalecer as relações institucionais com os entes federados e as redes de órgãos, gestores e conselhos de juventude;
Art. 3, inciso VIII
estabelecer mecanismos que ampliem a gestão de informação e produção de conhecimento sobre juventude;
Art. 3, inciso IX
promover a integração internacional entre os jovens, preferencialmente no âmbito da América Latina e da África, e a cooperação internacional;
Art. 3, inciso X
garantir a integração das políticas de juventude com os Poderes Legislativo e Judiciário, com o Ministério Público e com a Defensoria Pública; e
Art. 3, inciso XI
zelar pelos direitos dos jovens com idade entre 18 (dezoito) e 29 (vinte e nove) anos privados de liberdade e egressos do sistema prisional, formulando políticas de educação e trabalho, incluindo estímulos à sua reinserção social e laboral, bem como criando e estimulando oportunidades de estudo e trabalho que favoreçam o cumprimento do regime semiaberto.